mai20
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20 de maio de 2012 em
Geral
Postado por Fernando Odilon Colaboração Helio Gusmão
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Por Chico Otavio (chico@oglobo.com.br) | Agência O Globo
No ano em que foi declarado patrono da educação brasileira, Paulo Freire (1921-1997) ficou menor no Maranhão. Por decisão da Secretaria estadual de Educação, o nome do educador será apagado da fachada do prédio anexo de uma escola pública de Turu, bairro de São Luís. Em seu lugar, será pintado o novo nome da escola: Centro de Ensino Roseana Sarney Murad. Os uniformes dos alunos já foram mudados.
No Maranhão, o sobrenome Sarney já está em 161 escolas, mas a mudança em Turu não deve ser interpretada apenas como mais um sinal do culto à família de Roseana. Para a direção da escola, o importante é ter a certeza de que o nome da governadora pintado na fachada atrairá mais recursos e outros paparicos da administração central de um estado onde 61% das pessoas, com 10 anos de idade ou mais, não chegaram a completar a educação básica (de acordo com dados do Censo 2010). Isso é sarneísmo, movimento político liderado pelo senador José Sarney (PMDB), que comanda o Maranhão há quase cinco décadas.
- Sarney nem mora aqui. Seu controle só é ativado em momentos muito específicos – disse o professor Wagner Cabral, do Departamento de História da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Sarneísmo, uma história de 47 anos (mais…)
mai19
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19 de maio de 2012 em
Desenvolvimento de Pessoas
Por Fernando Odilon
Conselho Municipal de Gestão Pública – (Entidade Consultiva)
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Esporte - CREMEB - Dires - Odontologia - CDL – OAB - Cultura- CREA – Educação – CRA – Direc – ETC.
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…………………………………Presidência do Conselho
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…………………………………………..Prefeito
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Há alguns anos que um sentimento de frustração e impotência tem espalhado pelo país com relação aos políticos e aos resultados obtidos pelas ações políticas. O voto parece não ter mais sentido para muitas pessoas que pregam o voto nulo ou branco: uma vez eleitos, os dirigentes, apesar de suas promessas, logo se voltam para a única política que parece ser possível que é a ditada pela necessidade pessoal de se manter no poder, voltados para grupos partidários que lhes dão sustentação em prejuízo da população das cidades trazendo infelicidades, insegurança, pobreza e exclusão.
O nosso sistema de coeficiente eleitoral que permite que candidatos pouco votados sejam eleitos em detrimento dos mais votados, um tipo de sistema de cotas partidárias, é mascarado pela falsa ideia de que o poder emana do povo difundida pela hipocrisia política que tenta esconder um sistema político vigente que se auto sustenta na profissionalização dos políticos que ditam suas próprias regras e enumera quanto eles devem ser e quanto devem ganhar sem nenhum referendo popular para controlar estas decisões.
Estamos em uma sociedade sem projeto político, entregue às forças do mercado e das grandes corporações internacional que ditam as regras sem preocupação com a sustentabilidade que põe em risco a soberania, haja vista a decisão de alterar uma Lei para atender a FIFA.
É preciso mudar conscientemente o paradigma para a ecologia política entendendo que o bem estar do Ser Humano é o objetivo principal a ser alcançado e não um meio que se utiliza para se alcançar outras finalidades é ter uma relação harmônica entre a gestão pública os grupos sociais e o ecossistema onde estão inseridos e evitar que alguns fiquem com os recursos e os direitos enquanto outros ficam com os prejuízos e obrigações.A falta de um projeto político voltado para o desenvolvimento de pessoas faz com que uma importante riqueza intelectual seja perdida por não ser percebida. Muitas crianças, jovens e até adultos com potencial para desenvolver atividades de relevância ficam à margem por não ter oportunidade de demonstrar e aperfeiçoar suas habilidades.
A profissionalização da política com a utilização de pesquisas para orientar as técnicas de marketing e estratégias de comunicação a serem utilizadas com habilidades verbais em campanhas, demonstrando conhecer as necessidades e apontando as mesmas soluções, apenas para levar os votos. Esta prática tem transformado a sociedade em um grande mercado político onde o eleitor é o produtor e o voto o produto a ser conquistado e às vezes comercializado.
Em consequência, o que temos visto no momento é uma gestão pública muito pesada e morosa tendo dificuldades em dar agilidade às ações e acompanhar o desenvolvimento e crescimento das cidades. A descontinuidade de obras públicas nas mudanças de gestores as tem deixado pela metade com onerosos custos para os cofres públicos e a realização de obras desnecessárias, apenas para satisfazer o ego do gestor, mas de pouca utilidade pública deixa transparecer que o dinheiro não é de ninguém.
A burocracia do setor público é fator determinante para dificultar a instalação de novas empresas causando prejuízos aos empresários e empreendedores que geram novos empregos, além de possibilitar tráfego de influências e corrupção.
A quantidade de funcionários em atividades meio em detrimento das atividades fins tem diminuído os recursos próprios para investir na execução de obras e serviços sociais têm gerado crises de gestão nas instituições públicas acarretando inoperância e transferência de responsabilidades da solução dos problemas para os cidadãos. A criação de Ongs, privatização de setores estratégicos e a contratação de terceirizadas podem sinalizar mais um viés de desvios de recursos públicos. A parceria público-privado pode ser realizada dentro de critérios pré-estabelecidos. Deve-se desconfiar de entidades prestadoras de serviços assistenciais por compensação, pois na prestação do serviço dão à população um aspecto de cliente de serviço público e não como cidadãos com direitos aos serviços públicos que deveriam ser ofertados pelo estado.
Muitas vezes, por questões de apoio político, a equipe de governo é formada com base não na capacidade técnica dos ocupantes, mas para atender às exigências dos partidos coligados. Isto pode caracterizar transferência de recursos públicos para partidos e desperdício de dinheiro com pessoas pouco preparadas e sem vocação para assumir determinadas funções públicas.
A percepção por parte da população de que os impostos pagos não retornam em forma de benefícios, nos tem dado a sensação de que estamos sendo usurpados em nossos direitos e que de certa forma nos faz sentir escravos de uma forma de poder que nos exigem cada vez mais pagamentos de impostos sem direito a reclamar. Temos apenas que pagar. A sensação de impotência e frustração por conta de que, após as eleições, nada muda tem feito a classe política perder credibilidade diante da opinião pública e em consequência a desmobilização e desmotivação diante das eleições. Os eleitores comparecem às urnas porque são obrigados, ou por paixões partidárias. As eleições atualmente não trazem novidades. Na realidade poucas são as propostas de mudanças. Vence quem melhor desempenhar suas táticas eleitorais éticas ou não por dispor de mais recursos para contratar as melhores agências de publicidade, que, dentro de apresentações criativas, encantam e emocionam os eleitores, principalmente com os efeitos televisivos.
A participação de entidades de classes constituídas e de instituições que representam parcelas da população na gestão das grandes questões da cidade incluindo a efetiva participação nas licitações, melhorará a qualidade das obras de infraestrutura e serviços, otimizando os gastos e priorizando as reais necessidades das cidades melhorando a vida dos cidadãos. Planejar e desenvolver projetos a longo prazo com a certeza de que quando mudar o gestor não sofrerá interrupções por ser de interesse da cidade e não do gestor pode ser um modelo a ser experimentado. A criação de um Conselho Municipal de Gestão, formada por entidades de classes representativas da sociedade ajudará o Gestor na utilização dos recursos e a planejar obras que serão programadas com a certeza de que não serão interrompidas na mudança de Gestão deve ser um compromisso de todos os que almejam cargos públicos.
Um conselho formado por Instituições representativas de classes é diferente de conselhos populares formados dentro de secretarias e presididas, muitas vezes, por pessoas que defendem os interesses do gestor.
Trata-se de um novo paradigma de relação entre a gestão pública e a sociedade, viabilizando a aplicação das verbas orçamentárias independente da origem partidária de quem tenha indicado para beneficiar a comunidade nas resoluções dos problemas e que ao favorecer a participação de segmentos sociais na formulação de políticas públicas, traz para mais perto da população as decisões que as afetam.
A gestão da cidade ecologicamente correta deve contar com uma maior troca de informação e participação entre o poder público e a sociedade civil organizada com clareza e transparência. Investir e valorizar a educação, a cultura e a arte é permitir que a frequência da paz e felicidade, envolta no belo, mude uma cultura e transforme a sociedade. Este Conselho Consultivo ajudará na resolução das importantes questões demandadas ajudando o prefeito a priorizar e viabilizar a melhor gestão administrativa e não para concorrer como um poder paralelo e nem para ocupar o espaço do Legislativo que tem como papel principal o de legislar e fiscalizar com inteligência, autonomia e responsabilidade em prol do bem público respaldando e garantindo os interesses da coletividade. Fazer política ecologicamente correta é transformar consciência e buscar a cultura de valorizar o Ser Humano sem segundas intenções.
mai19
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19 de maio de 2012 em
Cinema, Arte e Cultura
Postado por Fernando Odilon
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Por Luciana Sa
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FORTALEZA, 10 de maio de 2012 – A partir do sucesso das seis edições anteriores, o VII Festival da Música Instrumental vem para reafirmar a necessidade de apresentar música de qualidade aos nordestinos e visitantes, com a participação de instrumentistas dos nove estados do Nordeste, além de representantes de São Paulo, Distrito Federal e de um país vizinho, a Argentina. Com programação gratuita, o Festival acontecerá de 16 (próxima quarta-feira) a 26 de maio.
Nos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, região sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano), a sétima edição do Festival da Música Instrumental trará 55 concertos musicais, oito passagens de som abertas (momento em que o público poderá interagir com os instrumentistas e descobrir detalhes da apresentação, das técnicas utilizadas para execução ou particularidades dos instrumentos), além de oficinas de formação artística, troca de ideias e um acervo especial nas bibliotecas dos CCBNBs – tudo isso direcionado aos públicos de todas as idades.
No decorrer deste mês de Maio, os três Centros Culturais BNB buscarão mostrar um Festival mais ousado, valorizando a diversidade que tem a música instrumental, não só de sons, mas também de instrumentos utilizados pelos músicos. Materiais que anteriormente eram lixo (a exemplo de garrafas PET, vidros e latas) agora compõem orquestras e grupos de percussão, encantando plateias. Além do material reciclável utilizado pelos grupos, a sanfona terá um destaque especial, em homenagem ao centenário de nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga.
Aulas-shows com baixistas
E para os amantes do contrabaixo, em Fortaleza, nos três primeiros dias do Festival de Música Instrumental (16 a 18 de Maio, de quarta a sexta-feira, a partir das 15 horas) acontecerão as aulas-shows dentro do IB&T Bass Festival, o mais importante festival nacional de contrabaixistas, que contará com a participação especial de 19 baixistas cearenses e outros de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. O IB&T Bass Festival é uma parceria do Centro Cultural Banco do Nordeste com as escolas de música de Fortaleza (CMAN, Guitartrix, Musimania, Tocata, Tom Maior e Tônica), proporcionando essas aulas-shows que têm por objetivo valorizar, favorecer, formar, destacar e unir alunos, professores, músicos e público em geral.
A direção do IB&T Festival é do seu idealizador, o baixista Celso Pixinga, reconhecido e respeitado internacionalmente. A produção local é da professora Marta Carvalho, que há muitos anos investe e se dedica à formação musical do povo cearense. O III IB&T Festival de Fortaleza tem mais uma vez o apoio do Banco do Nordeste, que abre as portas do CCBNB-Fortaleza para a sua realização, apostando no valor da música instrumental brasileira e incentivando a iniciativa das escolas de música envolvidas na promoção do Festival.
ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
* André Marinho (coordenador do VII Festival Instrumental) – (85) 3464.3259 / 9111.1090 -andreluismm@bnb.gov.br
* Marta Carvalho (organizadora do III IB&T Festival) – (85) 8884.1444 -profmartacarvalho@yahoo.com.br
* Marcílio Homem (DF) – (61) 8225.5874 / 9761.2511 / 8156.1946 -marcilio.homem@yahoo.com.br
* Syntagma – (85) 8823.1793 (Heriberto Porto) – heribertoporto@gmail.com
* Tito Freitas – (85) 9940.9666 / 3257.1635 – titojazzfreitas@hotmail.com
* Rebeca Câmara – (85) 8876.1121 – rebecinha@yahoo.com.br; rebecinha@hotmail.com
* Rafael Magoo – (85) 8895.5377 – rafaelmagoo@hotmail.com
* André de Sousa & Mojo Band (PI) – andredesousap@gmail.com
* Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br
mai18
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18 de maio de 2012 em
Geral
Postado por Fernando Odilon
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Por Helinho Gusmão
mai18
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18 de maio de 2012 em
Geral
Postado por Fernando Odilon
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Por Jôsy Prado
Sempre aberto ao diálogo e com o objetivo de garantir o retorno das aulas na
rede estadual de ensino, o Governo do Estado da Bahia informou ao arcebispo
de Salvador, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, que assegura a continuidade
do diálogo com os professores e que não efetuará a suspensão do pagamento do
salário do mês de maio, caso a categoria retorne, imediatamente, às atividades.
A proposta prevê, ainda, o pagamento do salário cortado de abril e a criação de um
calendário conjunto com a Secretaria da Educação para reposição das aulas e o
cumprimento do ano letivo em sua totalidade.
Hoje, em 230 municípios, as escolas da rede estadual estão funcionando
normalmente. Das 1.422 escolas existentes, mais de 630 unidades estão com aulas
normais para os estudantes.
mai18
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18 de maio de 2012 em
Geral
Postado por Fernando Odilon
A Folha de São Paulo divulgou neste sábado, 17 de março, reportagem sobre a criação de um novo tributo Estadual para proprietários de automóveis. O Governo ainda não entendeu que o problema da poluição e outros efeitos negativos do automóvel estão no uso e não na sua propriedade? Propor que todos paguem uma taxa para diminuir a poluição veicular através da Bicicleta, estimulará apenas o uso do carro por parte de quem já utiliza o automóvel de forma racional, produzindo o efeito contrário. Os governos Estaduais permitiram calados a desoneração do CIDE combustível que não onera o cidadão e que irá significar diminuição de investimentos em infraestrutura e transportes dos Estados e das Cidades.
O que é o CIDE ? Em 1988 foi instituída pela constituição federal as Contribuições de Intervenção sobre o domínio econômico o CIDE , de competência da União que previa o monopólio sobre a produção, exploração de petróleo e seus derivados. Em 2001 foi criado por decreto o CIDE-combustíveis que fixou um repasse de 25% de toda a arrecadação do CIDE-Combustíveis para os Estados e municípios sendo que 75% para os Estados e 25% para os municípios.
Os recursos do CIDE repassados aos Estados e Municípios devem ser utilizados obrigatoriamente para investimentos em infraestrutura e Transportes
Em novembro de 2011 o Governo Federal desonerou o CIDE em 52% no litro da gasolina e 32% no litro do óleo diesel, essa desoneração não foi repassada para o consumidor, beneficiou apenas a Petrobrás, ou sejam a União abriu e continuará abrindo mão da arrecadação de R$ 3,8 bilhões desde novembro 2011 a Junho de 2012 de quem explora Petróleo. São Paulo deixará de receber por exemplo, cerca de R$ 180 milhões que teria direito. (mais…)
mai18
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18 de maio de 2012 em
Meio Ambiente
Postado por Fernando odilon
Por Ascom MCMP

Foto: Anita Dias/Star Color
Contra agressões à natureza e ações decisivas para equilibrar o Planeta, nesta terça, 15, mais uma advertência aos Governantes da Terra foi feita por Ânten Naddo Cósmico, extraterrestre criado pelo ambientalista e Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura – MCMP, André Cairo, circulando Vitória da Conquista, com uma placa, “Atenção Governantes da Terra, a natureza afetada, reage com fúria, destruindo tudo com facilidade e Governantes da Terra, sentamos para decidir, entenderam?”
Em seu poder, carregava um conversor de idiomas num pedestal, transcodificador de línguas faladas no Universo. “Se o equilíbrio da Terra depende do equilíbrio do homem, o seu desequilíbrio comprova a atuação dos Governantes, permitindo mutações climáticas, desmatamento, efeito estufa, descongelamento das calotas polares, falta d´água, poluição, e o pior, a caminho da escassez de alimentos, diferente de Planetas extra-galácticos, onde sentam para decidirem de uma só vez!” Finaliza Cairo, sem nenhuma indecisão.
mai17
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17 de maio de 2012 em
Desenvolvimento de Pessoas
Postado por Fernando Odilon
Por Prof. Maria Aparecida Torres
Os professores estaduais, em greve há um mês, lançaram na Internet mais um instrumento de pressão contra o governador Jaques Wagner: uma petição pública. O texto chama atenção para a necessidade de investimentos em Educação, que “devem ser a prioridade máxima do Estado da Bahia”.
“Senhor Governador, nós, que abaixo assinamos, entendemos que a Educação é o meio mais eficiente de transformação social e progresso de um país. A importância de uma Educação Pública de qualidade se reflete em saúde e segurança públicas também de qualidade. A História nos demonstra que as nações que priorizaram a Educação, hoje, apresentam melhores índices de saúde e menores índices de violência. Os relatórios das Nações Unidas referentes a essas esferas são claros em apontar essas implicações”.
“Neste sentido, estamos convencidos de que os investimentos em Educação devem ser a prioridade máxima do Estado da Bahia, também do Brasil. As escolas públicas baianas precisam apresentar resultados compatíveis com os das escolas privadas. Não podemos aceitar mais a velha história de que as escolas públicas não têm condições de competir com as escolas privadas. Essa segregação maltrata e humilha a população pobre baiana e a brasileira. Por que as escolas públicas não têm auditórios, salas de vídeo, refeitórios, quadras poliesportivas, laboratórios e outras instalações adequadas ao pleno exercício do direito de aprender?
Por outro lado, não podemos mais aceitar que os profissionais em Educação sejam concebidos como cidadãos e servidores de segunda classe. Professores estudam tanto quanto arquitetos, engenheiros e advogados e, no entanto, é vergonhoso fazer comparação das condições de trabalho e de salário entre estes e aqueles. Parafraseando uma ideia atual, a base de toda conquista é o professor. Nós acreditamos nisso! Mas, os futuros profissionais, e os atuais, também precisam acreditar e saber que entraram numa profissão valorizada e bem remunerada, de acordo com sua importância. Estamos fartos de testemunhar os melhores alunos das classes afirmando que querem ser médicos, engenheiros e advogados e “Deus me livre de ser professor”.
É doloroso, mas é preciso, reconhecer que as vagas dos cursos de licenciatura acabam sendo preenchidas, em sua maioria, por cidadãos desmotivados, com baixa autoestima e desacreditados. Geralmente, esse é o profissional que acaba saindo da Universidade e entrando nas escolas. Este profissional passa a lecionar, não por amor à profissão, não por talento em ensinar, mas por não ter tido outra opção “melhor”. Só quem é professor e convive com outros professores sabe o quanto este profissional se queixa de ser o que é. É claro que há aqueles que, com instinto de autodoação e missionário, escolhem ser professores por aptidão e talento. Mas, até estes, sofrem com a inegável desvalorização profissional.
Diante do exposto, solicitamos de V. Exª. compreensão e agilidade no cumprimento da Lei nº 11.738 de julho de 2008, que estabelece o Piso Salarial Nacional Profissional do Magistério, que contempla a TODOS os professores, pois foi criado para valorizar a TODOS não só a uma parcela destes profissionais. Outrossim, solicitamos que todas as escolas públicas baianas possam ser equipadas com instalações pedagógicas adequadas ao pleno exercício do direito de aprender para que os cidadãos que nelas estudem possam se formar em igualdade de condições com os demais.
Subscrevemo-nos e aguardamos deferimento.
Os signatários
Para acessar e assinar, cole acesse esse endereço:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N24522
mai17
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17 de maio de 2012 em
Meio Ambiente
Postado por Fernando Odilon
BBC BRASIL
Dinossauros podem ter ajudado a aumentar a temperatura do planeta com sua flatulência, segundo pesquisadores britânicos.
Os cientistas calcularam a emissão de gás metano dos saurópodes, incluindo a espécie que era conhecida como Brontossauro.
Comparando estas medidas com a emissão de gases das vacas, eles estimam que a população de dinossauros como um todo, até sua extinção, produzia 520 milhões de toneladas de gás anualmente.
Eles acreditam que o gás liberado pelos animais pode ter sido um dos principais fatores que causaram o aquecimento da atmosfera há cerca de 150 milhões de anos, durante a Era Mesozóica.
David Wilkinson, da Universidade John Moore, em Liverpool, e pesquisadores da Universidade de Londres e da Universidade de Glasgow publicaram seus resultados na publicação científica Current Biology.
Micróbios responsáveis (mais…)
mai16
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16 de maio de 2012 em
Meio Ambiente
Postado por Fernando Odilon
Por Fabiana Marchezi
Do UOL, em Campinas
O município de Campinas (95 km de São Paulo) está padronizando os coletores de pilhas e baterias para evitar o vazamento de líquido com substâncias altamente prejudiciais ao meio ambiente, como o chumbo. Mensalmente, são recolhidas cerca de uma tonelada e meia de pilhas e baterias, que depois são levadas para um ecoponto da cidade.
De acordo com Marcos Marassato, do Departamento de Limpeza Urbana (DLU), “quando descartados em lixo comum, esses resíduos podem contaminar o meio ambiente, especialmente o solo e o lençol freático”.
Os novos tambores são revestidos por sanitos, evitando o vazamento do líquido. A coleta é feita de acordo com a utilização do tambor. “Sempre que solicitado pela população, o departamento efetua o recolhimento desse material e a troca do sanito”, afirma Marassato.
A implantação do novo sistema contou com a iniciativa privada, que doou 80 tambores de 50 litros para serem colocados em pontos de coleta selecionados pelo departamento. “Foi essa doação que possibilitou a padronização”, completou Marassato.
Na cor azul, os novos receptores têm o adesivo de pilhas e baterias e possuem tampas próprias e tamanho adequado para armazenar o material.
Antes, esses resíduos eram depositados em caixas de papelão ou madeira nos postos de coleta, como postos de saúde, cooperativas e supermercados. (mais…)